Upgrade no Kindle

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No final de semana fiz o update no Kindle. A primeira feature que testei foi a leitura de PDF nativo que só existia antes no Kindle DX. É só conectar via USB e arrastar o documento. É possível enviar por email para o aparelho, mas ai tem uma taxa. Não dá para ampliar a página PDF, mas é possível agora girar a tela, o que ajuda a ampliar as fontes. Acho que para a maioria dos documentos esta função permite a leitura sem problema. Neste sentido o e-reader da Sony ainda está melhor, pois ele permite zoom e o texto flui entre os gráficos.

Outra feature interessante do novo firmware é a bateria, antes durava em torno de 5 dias com a conexão wireless ligada e uma leitura leve. Agora já está me parecendo que o aparelho tem com mais fôlego.

Para fazer o upgrade pode-se esperar até receber uma mensagem ou baixar da Amazon e passar o arquivo via USB. Foi bem rápido e deixou o Kindle ainda melhor.

01

12 2009

Review Kindle Internacional

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Depois de uma semana usando o Kindle Internacional, eu já posso fazer alguns comentários e relatar a experiência. Há quase dois anos, eu comprei o Sony e-reader PRS-505, que é a segunda geração de dispositivos com a tecnologia e-ink. Eu fiquei encantado com a ideia de que agora era possível ler sem a fadiga nos olhos que os monitores tradicionais proporcionavam. Eu tenho miopia e uso lentes de contato, isso faz esta tecnologia ainda mais atraente para mim. O monitor do Kindle é exatamente igual ao da Sony, os aparelhos também tem funções parecidas. O que varia mesmo é a conexão on-line e a grande biblioteca que a Amazon tem. O Sony possui uma leitura de documentos PDF nativa e a possibilidade de colocar dois cartões de memória simultâneos. Mas o grande atrativo do Kindle, a conexão on-line, era justamente o que afastava o aparelho do resto do mundo. Nos EUA ele ficou tão conhecido que já era possível ver pessoas lendo nos metrôs e livros vendendo mais na versão digital do que a do papel.

Cheguei a pensar várias vezes em comprar a versão americana do Kindle mas sempre desistia pelas quantidades de gambiarras que eram necessárias para comprar um livro. Além disso, a rede não funcionava aqui, pois eles usavam a tecnologia CDMA. Bom, mas o momento que todos esperavam chegou e a Amazon lançou a versão internacional com a tecnologia GSM. O interessante, é que o modelo de negócio vencedor permanece o mesmo com o usuário não tendo a menor idéia de qual a operadora está usando. A Amazon paga a conta, ou melhor, nós, via os livros e assinaturas. Mas, o importante é que não há mensalidade de nada… Quando eu liguei o aparelho pela primeira vez ele já tinha o meu nome na tela (ver foto) e ele achava que eu estava nos EUA porque eu mandei entregar em um endereço de lá. Bom, ai vem uma diferença entre o morador dos EUA e os demais. A Amazon tem um contrato agora com a AT&T nos EUA e no resto do mundo se paga roaming. Se você é americano e viaja para fora pode continuar recebendo assinaturas de jornais e comprando livros, mas é preciso pagar U$ 5 dólares por semana para receber revistas e jornais e U$ 2 por livros comprados. Para brasileiros e outros estrangeiros não há custo de assinaturas e os livros tem estes U$ 2 incorporados. A principio, seria lógico eu colocar nos settings na Amazon que o meu Kindle é brasileiro, só que tem mais um detalhe: a navegação Web. Este recurso é experimental e pode ser usado para navegar em páginas filtrando basicamente o texto, que é o que interessa. Esta navegação é bloqueada para brasileiros e liberada para americanos, que mesmo no exterior, navegam sem custo. A assinatura de blogs segue a mesma lógica, mas com a navegação da para usar de graça o Google Reader e outros… Logo, estou pagando os U$ 5 para assinar revistas e jornais como forma de deixar habilitado a navegação. Detalhe é que é possível comprar livros e outros conteúdos on-line ou no PC e depois transferir por USB. Com isso, se evita as taxas. Outro item que exige pagamento é quando se tem um arquivo PDF ou outro formato compatível e se quer ler no Kindle. A Amazon cria dois email: um seunome@kindle.com e o outro seunome@free.kindle.com. No primeiro, você envia um arquivo anexado e a Amazon converte e já envia para o Kindle, com um preço claro. No segundo, eles convertem sem custo e enviam de volta para você transferir via USB. O sistema de conversão funciona bem legal nos arquivos que experimentei.

Conforme eu comentei, o fato de estar on-line muda tudo em relação ao Sony. Poder ler Twitters, Blogs e textos de jornais que não estão no Kindle é uma experiência muito bacana. É uma alternativa ao iPhone ou laptop para quando se está com os olhos cansados ou na rua. Aliás, na luz do sol o display do Kindle é fantástico.

Assinei o jornal O Globo (único do Brasil até agora), NYT, PC Magazine (ok ainda não tem Macworld), MIT Tech Review, Time e Forbes. O mais bacana é que os conteúdos chegam direitinho todos os dias. Antes das 6 da manhã chega O Globo e ai pelas 9hs o NYT, todos os dias. As revistas vão chegando a medida que são publicadas. O bacana é que em qualquer lugar do mundo é possível continuar recebendo estes conteúdos, esse é o grande lance do Kindle. Agora, o ideal seria ter também uma conexão WiFi para não precisar pagar as taxas. Mas eu entendo a Amazon que pretende deixar o aparelho mais simples possível, e isso é o que se percebe.

A interface poderia ser melhor, mais intuitiva, mas uma vez acostumado tudo fica mais lógico. Demorei para perceber que no índice de jornais e revistas pode-se clicar no número de matérias ao lado de cada categoria para ter uma navegação pelas manchetes.

O conteúdo dos jornais e revistas poderiam ser mais ricos graficamente. São raras as fotos e infográficos. Isso tudo tem o intuito de deixar o arquivo mais leve e fácil de ser enviado pela rede wireless. Os jornais que vão chegando ficam bem destacados na home e os anteriores vão para uma pasta de antigos itens.

Outras duas funcionalidade que merecem destaques são a navegação pela Wikipedia e o dicionário (só em inglês). Qualquer palavra pode ser selecionada e aprofundada em um dos dois serviços. O dicionário poder ser usado off-line.

Vou continuar colocando impressões e observações a medida que vão surgindo com o uso, mas até agora a experiência é excelente e recomendo para todos. Quando tivermos mais jornais, revistas e livros em português e o custo dele no Brasil for menor a Amazon terá um vencedor nas mãos. Por falar em custo, ele chega aqui por algo em torno de R$ 900,00, com impostos e frete. Muita gente tem reclamado disso e apostado que não vai vender aqui. Mas se pensarmos bem, ele é bem menos do que um smartphone e para quem lê muito conteúdo importado, pode pagá-lo em pouco tempo…

Veja a galeria no Flickr

15

11 2009

Tour pela interface do Android

Nesta próxima semana vamos fazer uma pesquisa usando 3 tipos de aparelhos Android: Samsung Galaxy, HTC Magic e o Motorola Dext. Os dois primeiros estão sendo vendidos pela TIM aqui no Brasil e o último vai chegar em dezembro pela Claro. Fiz este vídeo para que os nossos alunos conhecessem a interface do sistema, mas também serve como review do Galaxy que me pareceu um aparelho interessante.

Obs: o vídeo foi gravado usando um iPhone 3Gs

14

11 2009

Lost Symbol: o primeiro bestseller da época dos e-readers

O último livro do Dan Brown, Lost Symbol, tem demonstrado várias questões interessantes de um novo cenário de suportes para a escrita.
O primeiro ponto é que esta foi a primeira obra a vender mais para a versão Kindle do que papel na Amazon. Um dos motivos foi o preço bem mais atraente na versão digital, mas isso demonstra bem como o Kindle já está maduro como meio de distribuição.
O livro também está disponível em uma inédita lista de plataformas:

- Kindle
- Kindle PC
- Kindle iPhone
- Barnes & Noble Nook
- Barnes & Noble PC
- Barnes & Noble Mac
- Barnes & Noble iPhone
- Barnes & Noble Blackberry
- Sony e-reader
- Sony reader PC
- Sony reader Mac
- Papel (lembram o que é isso?)

Pois é 12 tipos diferentes de ambientes, não sei se seriam plataformas, mas possibilidades diferentes de ler. Isso demostra a competição nesta área e me leva a pensar se conseguirei fazer esta lista no próximo livro do Dan Brown.

26

10 2009

Magic Mouse

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Além da Apple ter lançado o mouse mais lindo que eu já vi ele marca uma nova experiência para os usuários de Desktop. A tecnologia multitouch (que consiste em usar mais de um dedo para realizar operações) foi introduzida no iPhone e depois expandida para o MacBook Air e algum tempo depois para os outros laptops da Apple. Nestes últimos, se usa até 4 dedos para realizar funções como zoom em janelas e fotos. Esta experiência não estava sendo duplicada nos computadores de mesa até agora. Isso é resultado da “iphonezação” de todos os produtos da Apple. A sequencia natural desta história é multitouch direto na tela, que deve vir no esperado Tablet em algum momento de 2010. Olhem o vídeo na página oficial para terem uma idéia mais clara do funcionamento.

20

10 2009

Barnes & Noble entra na briga com o Nook

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Há muito tempo que escuto os rumores sobre o “Kindle Killer” da Barnes & Noble, mas ele realmente chegou para a competição ficar bem acirrada. A idéia da interface é bem interessante com um display de 3.5 polegadas  (do tamanho do iPhone ) embaixo de um display e-ink que imita papel. Isso pode ajudar a navegação e as compras, pois ele é mais rápido na atualização das informações do que o display e-ink, que é feito para ficar “impresso”. Mas este visor LCD pode atrapalhar a bateria que com o uso constante pode ser prejudicada… Vamos ver na prática como isso vai funcionar. Achei ele um pouco mais gordinho do que o Kindle ou o meu Sony PRS-505, acho que é culpa do LCD também.

Outra particularidade que me chamou a atenção é que ele é baseado na plataforma Android, o que pode significar softwares extras no futuro. Mais uma coisa interessante é que ele tem 3G e mais WiFi, o que teoricamente pode funcionar aqui no Brasil :-) Na página oficial tem um vídeo mostrando a interface e um quadro comparativo com o Kindle.

20

10 2009

Teste das câmeras: iPhone 3Gs x Nokia N97

Faz algum tempo que eu tinha prometido fazer este teste. É interessante para mostrar como os megapixels não contam toda a história. Nas fotos eu só reduzi elas para 500 x 375 pixels com 72dpi e mais nada de edição. Nos vídeos eu não mexi em nada e deixei os arquivos brutos para serem baixados.

Claro que os 5 mp do N97 com a lente Carl Zeis deixam as fotos muito mais claras e nítidas, mas os 3 mp do iPhone 3Gs não ficam tão longe. Mas, nos vídeos a coisa se inverte graças ao codec H264 usado pelo iPhone com processamento feito por um chip dedicado. No N97 o vídeo é encodado em MPEG4 padrão usando o processador principal. Tudo no iPhone fica mais nítido.

Vídeos:

iPhoneN97

Foto iPhone

Foto N97

Foto iPhone

Foto N97

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10 2009

Flash no iPhone?

Screen shot 2009-10-05 at 8.10.25 PM

A presença da tecnologia Flash no iPhone sempre foi uma das maiores requisições dos produtores de conteúdo e de usuários que querem navegar por páginas mais ricas. A Apple sempre relutou em abrir a plataforma para a Adobe e esta novela ainda não acabou.

Hoje, a Adobe anunciou uma nova versão do plug-in que vai trabalhar com todas as plataformas móveis de smartphones, incluindo Android e WebOS. Este novo plug-in inclusive vai poder contar com aceleração da placa gráfica dos aparelhos para processar videos e outros gráficos. Mas nada para iPhone ainda. Agora veio a notícia de que o novo software de criação de Flash na versão CS5 vai poder exportar aplicações para o iPhone. O desenvolvedor cria tudo em Flash e na hora de exportar ele gera códigos padrão da Apple. A Adobe diz que já tem 8 Apps na loja da Apple.

Não é a solução definitiva, mas pode talvez levar ainda mais gente a desenvolver para o iPhone. Mais detalhes aqui.

05

10 2009

App do Ubimidia

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Depois de mais de um mês de idas e vindas por causa de problemas legais e técnicos a App do Ubimidia está no ar. Esta aplicação para iPhone e iPod Touch tem vários objetivos. O primeiro deles é testar todo este processo de aprovação da App Store. Foi possível perceber que a Apple está sendo super rigorosa e por bons motivos, o usuário acaba recebendo sempre aplicações com boa usabilidade e sem bugs. O meu outro objetivo é mostrar os conteúdos do Ubimidia de maneira mais prática. Acho que com isso acabei lançando a primeira App para um Blog brasileiro. Quero continuar trabalhando na aplicação e o feedback de vocês é super bem vindo.

Não me considero um programador como os meus amigos Rodrigo Scmitt e Giliar Perez, mas a ideía aqui é justamente saber até onde alguém que não tenha um super background de programação pode ir no iPhone. Claro, que é preciso entender os códigos, mas a boa notícia é que tem muita coisa que está 90% pronta pela Apple e é só um trabalho de configurar para as ações que desejamos. Por isso, que existem tantas aplicações na App Store. A App do Ubimidia é só a primeira de uma série, aguardem..

Link direto para o iTunes

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03

10 2009

Jawbone Mini-Review

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Há muito tempo que eu queria colocar as mãos no Jawbone, da Aliph. Ele foi originalmente criado para uso militar, até que a empresa resolveu abrir e torná-lo um produto comercial. Eu comprei o Prime, que é a 3ª geração do fone que tem como principal característica um super redutor de ruído. Ele tem uma peça que encosta no rosto e pega diretamente do osso (daí o nome jawbone) a vibração da voz. Desta maneira ele sabe o que é ruído emitido pelo usuário e o que é ruído externo. Para escutar ele também elimina os ruídos para uma melhor compreensão.

Em diferentes ambientes pude comprovar que realmente funciona, escutem as gravações que eu  fiz abaixo e outras várias demonstrações no YouTube. O Jawbone tem uma ótima conexão com o 3Gs porque os dois suportam a nova especificação Bluetooth 2.1. Na caixa, vem vários tamanhos de borrachas para encaixar no ouvido e um suporte para orelha, para quem sentir necessidade.  Ele custa 129 dólares, mas vale cada centavo. É o melhor fone que se pode comprar.

Amostra da Feira das Profissões da PUC

Amostra do saguão da Famecos

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09 2009