Dezembro 21, 2007...8:26 pm

Terra coloca iPhone na lista de “fiascos” de 2007

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Essa dica foi do meu aluno Thales Barreto. O Daniel González do Terra colocou o iPhone em 2º lugar em uma lista de 5 fiascos de 2007. Ele disse que apesar do sucesso das vendas ele tem vários problemas. O interessante é que ele não cita quais são os problemas, ao contrario, ele só elogia:”O iPhone é um grande, enorme avanço no que diz respeito à interface táctil, com uma navegação fluida, divertida, rápida, um bom navegador de Internet, e um genial reprodutor multimídia.”Para terminar o Daniel disse que o iPod Touch é “aproximadamente a metade do que custa seu irmão”, referindo-se ao iPhone. O Touch de 8gig custa 299 e o iPhone 399 dólares…Ok, também acho que o iPhone não é perfeito. Falta várias coisas que eu já comentei aqui, mas os avanços superam qualquer deficiência.  Quem concorda ou discorda comigo pode comentar.
Leiam a matéria.

7 Comentários

  • Achei, no mínimo, estranha a colocação do iPhone nessa lista. Acho que os pontos positivos superam os negativos.

    Ps: Faltou link pro meu blog =D
    Não se preocupe, http://simulacros.wordpress.com

    Hehehehehehe… Abração

  • Thales, já coloquei no post.

  • Quando o iPhone foi lançado nos EUA houve um comentário, aqui e ali, de que a qualidade das ligações não era muito boa. Mas o problema foi pendurado na conta da ATT, que os americanos detestam. O encantamento com a interface do aparelho e suas possibilidades deixou essa questão de lado. Mas quando do lançamento do celular no Reino Unido ressurgiram as críticas quanto à qualidade das ligações.

    Daí a tratar o iPhone como fiasco vai uma “liberdade” editorial que me escapa. Já li que a interface táctil estava caindo de maduro e que a Apple só teve o trabalho de embalar tudo bem melhor que todo mundo. Não sei se é verdade. Contudo essas desfeitas que fazem à empresa de Jobs parecem muito com os muxoxos feitos ao Romário a respeito dos seus mil (?) gols: “metade, ele só teve o trabalho de tocar a bola pras redes”, desfazem os analistas. No entanto, é sempre bom lembrar que se ele não estivesse no lugar certo, na hora certa, nada aconteceria. Um pouco como Jobs.
    P.S.: Fique à vontade para editar meus comentários, quase sempre muito longos.

  • Obrigado Pellanda… Hehehehehehehe…

  • Ricardo, maravilha. Jamais editarei seus comentários. Tens razão o trabalho do iPhone não foi 100% novo. Até porque vejo coisas so antigo Newton nele.
    A própria interface gráfica do Mac foi um trabalho de acabamento do que a Xerox já havia iniciado. E depois a Microsoft copiou a cópia.
    Quanto a qualidade de ligação acho um pouco injusto. Coloquei o N95, que é considerado muito bom quanto a este quesito, junto com o iPhone e não dava para notar diferença. O pessoal pode ter confundido com a questão do volume que na versão 1.0 era baixo e depois foi aumentado. Valeu.

  • Eu sou um dos cinco terráqueos que JAMAIS possuíram um celular. Ainda espero o reconhecimento da ONU por manter viva a chama do antigo modo de vida e ter o peito de cursar uma faculdade de comunicação. A única vez em que realmente cogitei ter um foi quando o iPhone foi lançado. Mas a Apple sabe muito bem como preservar os estilos de vida tribais dos últimos remanescentes e fez um precinho que não cabe no meu bolso. Talvez em 2008 um Android, derivado de um Linux Ubuntu, me faça mudar de idéia para a tristeza da antropologia. Deixo claro que não sei absolutamente nada de celulares. Mesmo assim achei estranho pespegar o rótulo de fiasco a um produto como o iPhone, ainda que este apresente lá suas misérias. Enfim, certos enfoques jornalísticos são um mistério para mim.

  • Quanto ao “fiasco” eu acho que era daqueles dias na redação que eles tinham que fazer alguma matéria…
    Quanto ao celular realmente vais entrar para história. O último cidadão que eu conhecia pessoalmente que não tinha celular era o Juremir Machado da Silva. Eis que um belo dia eu vejo ele entrando saguão da Famecos adentro em uma conversa através de seu novo celular :-)

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