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Review do iPad


Bom, já estou com o iPad há mais de uma semana e com isso acho que já posso fazer uma avaliação mais precisa. Neste período, eu usei em viagem, no avião, em reuniões e ligado ao projetor

dando aula. Minha intenção desde o começo era substituir o meu MacBook AIR que já era leve, mas o iPad tem a metade do peso e quase o mesmo poder computacional.
Eu tinha escrito aqui na época do anúncio em janeiro que eu sempre sonhava com um bom tablet da Apple justamente porque este formato me parece mais natural em várias situações. Uma delas, ė em uma reunião onde todos estão em volta de uma mesa com os monitores dos laptops servindo como barreiras. O tablet está mais perto de um caderno e facilita o contato dos participantes. Além disso, para o uso nas apertadas cadeiras dos nossos aviões, quando se está em pé ou em cadeiras de teatros nos seminários são grandes usos para os tablets. No iPad, a capa proposta pela Apple é obrigatória e faz parte do produto. Ela permite que o tablet fique em um ângulo de 30• ou 90•, o primeiro é ideal para digitar no teclado interno e o segundo para ver vídeos ou usar o teclado Bluetooth. Por falar nisso, estou escrevendo este texto no iPad sem nenhum problema de velocidade em relação ao teclados convencionais, depois vou publicar usando a App já nativa para o iPad do WordPress. Não sei se precisarei levar um teclado extra no futuro. Ele ainda não está em português, o que me força a colocar os acentos manualmante apertando e segurando as teclas. Mas isso deve durar até o lançamento no país, depois ele fará a correção automática inserindo os acentos como o iPhone. O David Pogue comentou no review dele que não era possível digitar no teclado em modo do display em pé, mas não concordo.
Algumas pessoas reclamaram um pouco do peso, mas não é diferente de um livro capa dura. Já vi um filme inteiro segurando ele e não foi desconfortável. O design limpo sem muitos botões e cantos retos tornam o manuseio extremamente agradável, marca registrada de projetos da Apple. O peso vem para sustentar uma bateria excelente que dura realmente 10 horas, ou mais. Na minha viagem de volta usei durante dois dias inteiros em várias situações, não tente fazer isto com um laptop. Não precisar depender de tomadas é realmente algo libertador. Uma outra questão relativa a esta é o processador A4 desenvolvido pela Apple, além de eficaz e econômico o iPad não esquenta mesmo depois de um período longo de uso e na capa.

Ainda no hardware, o display com a tecnologia LED e IPS é realmente lindo. O ângulo de visão é perto de 90• e o contraste bem intenso. Claro, no sol o e-ink do Kindle é campeão para a leitura, mas acho que vai ser uma questão de escolha segundo o conforto de cada pessoa. O software Kindle para o iPad é bem mais completo em opções de leitura do que o iBook. O software da Amazon permite trocar o fundo e com isso o contraste com as letras. Os dois possuem um slide na App para controlar o brilho.

No software, o grande destaque é o Safari por ser muito rápido e preciso na renderização das páginas. Realmemte, o Flash faz mais falta aqui do que no iPhone, mas a briga da Apple já esta fazendo vários sites migrarem para HTML5. Vamos ver onde isso vai parar.
O mail também é quase igual do dos Macs desktop, eu gostaria de ver os mesmo filtros contudo.
O trio do iWork é muito bem implementado na nova interface touch. Fiquei surpreso que o Keynote aceita até vídeos, não senti falta de nenhuma função. Usando o adaptador VGA ele projeta a apresentação e coloca controles de transporte no visor. Se ficar apertando o dedo no display ele projeta um cursor imitando as canetas laser, muito legal a sacada. O sistema de importação e exportação via iTunes poderia ser mais claro. Mas dá para trocar arquivos via mail e o site iwork.com.

Algumas Apps de terceiros são surpreendentes e mostram toda uma nova linha de interface. A da BBC é totalmente customizável, inclusive com uma seção em português para o Brasil, e com um botão para escutar rádio enquanto se lê as notícias.
As Apps do iPhone funcionam perfeitamente, mas seria interessante se elas pudessem flutuar na tela em vez de ocupar um espaço pequeno em uma tela preta. Quando se aperta o botão 2x ela fica full screen, mas pixelizada… Acho que a Apple poderia fazer algo mais elegante aqui. Mas, como os desenvolvedores podem criar uma App universal com interfaces para iPhones e iPads a adaptação total é uma questão de tempo. Essas Apps são interessantes também porque não é preciso comprar duas vezes.

As Apps Mapas, YouTube, contatos e calendário foram redesenhadas para ocupar melhor o espaço extra. A agenda poderia deslocar compromissos com o dedo, pois para modificar é preciso clicar e alterar no menu de edição.

Não tive muito problema com WiFi como outros usuários comentaram, uma única vez ele não achou a minha rede N, só a G. Parece que há uma incompatibilidade com roteadores que transmitem nas duas frequencias. Na minha casa, tenho duas redes separadas. Nos pontos públicos não tive problema nem de conexão nem de sinal.

No geral, ele superou as minha já grandes expectativas. Como 90% do meu tempo eu estou navegando, checando email, fazendo apresentações no Keynote ou escrevendo um texto, acho que o iPad vai substituir o meu MacBook na maior parte do meu tempo móvel.
Acho que a maioria dos problemas apontados pelos críticos podem ser resolvidos, como a multi-tarefa que virá no OS 4. O iPhone tinha uma lista muito maior de limitações que foram sendo resolvidas com o tempo. O iPad me parece mais pronto, o que não me deixa desejando uma câmera para Skype, por exemplo. Mas antes de pensar no que ele poderia ter, prefiro procurar o que ele já tem e é realmente inovador. Esta categoria intermediária entre o smartphone e o laptop me parece relamente importante e além da mera substituição de livros, revistas e jornais. Como eu comecei o texto, o formato tablet como um todo me parece muito pertinente em várias situações e aproxima o uso de computadores de maneira mais natural para tarefas diárias. Continuo reportando aqui as minhas impressões de uso e quem quiser saber algo, concordar ou discordar eu terei o maior prazer de discutir nos comentários.

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04 2010

iPad

Eu estava esperando pelo menos 24hs depois do anúncio do iPad para me manifestar. O meu interesse era ver as reações das pessoas nas redes socais e na mídia tradicional. Me parece que foi um filme que eu já vi, e o David Pogue também.

Mas antes, queria começar dizendo que há muitos anos mesmo eu queria um tablet da Apple e sempre acreditei neste formato. Acho que a medida em que a vida digital começa a se complexificar temos que ter janelas, como fala o Pierre Levy, para o ciberspaço que possam preencher vários momentos do nosso cotidiano. Este posicionamento do tablet entre o smartphone e o laptop é visto por muitos como uma artificializaçāo marqueteira ou ainda como sinônimo de supérfluo. Mas qual a essência do tablet? Sempre me incomodou em reuniões ou nas salas de aula as pessoas escondidas atrás de uma tela de laptop, isso se da porque o laptop é um aparelho projetado para ser consumido individualmente, como o PC. O tablet me parece um device mais social, ele não esconde ninguém das conversações e não limita a interação com a informação para aprimorar, e não limitar, a troca de conhecimento. Além das salas de reunião e de aula, a sala de estar é o outro grande momento do tablet. Eu me lembro de uma coluna do Nicholas Negroponte na Wired de 1998 em que ele comentava como a instalaçāo de uma rede WiFi mudou a sua relaçāo com a família (ps: sim ele instalou uma rede antes de ser comercialmente disponível). Negroponte falava que antes ele ficava no escritório isolado da família, que via TV e lia livros e revistas na sala. Com WIFI, ele levou o laptop para a sala e conversava entre as navegações. Hoje, estou escrevendo este artigo no meu iPhone diretamente do sofá da sala enquanto a minha mulher navega no seu MacBook AIR. Bom, com o iPad a coisa seria ainda melhor.

Feita esta introdução, o filme que eu já vi e comentei no começo é dos que acham cool criticar o que não existe e esquecer o que está lá. Foi a mesma história com o iPhone: no começo ele não tinha câmera boa, não tinha copy and paste, não tinha muitos softwares e hoje… bom… esse pessoal tem um iPhone. Desde o lançamento, eu vi várias pessoal falarem que ele não tinha câmera para videoconferência, multitasking, teclado revolucionário. Mas olhem o que ele tem: é o primeiro tablet com interface para tablet, teclado externo (também via Bluetooth) e saída para monitor que acabam com Netbooks e até, em alguns casos, o laptop. Depois de dois anos com o MacBook AIR eu descobri que tem coisas nos computadores pessoais que já morreram, como o leitor de CD/DVD.

A minha única decepção, foi ele não ter uma tecnologia de display que não emitisse luz de fundo, como o Kindle. Isso não me permite aposentar prematuramente os e-readers atuais. Mas em compensação, jornais graficamente ricos como a demonstraçāo do NYT me faz adorar ainda mais os tablets.

Por fim, não tenho certeza que o iPad vai ser um sucesso como o iPhone, me parece que nem a Apple tem esta expectativa. Mas ele vai vender muito bem porque tem sentido, é a velha máxima do Steve Jobs: você acha que não precisava de um Tablet antes porque nenhum outro produto anterior tinha sido pensado desde o começo para ser um.

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29

01 2010

Upgrade no Kindle

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No final de semana fiz o update no Kindle. A primeira feature que testei foi a leitura de PDF nativo que só existia antes no Kindle DX. É só conectar via USB e arrastar o documento. É possível enviar por email para o aparelho, mas ai tem uma taxa. Não dá para ampliar a página PDF, mas é possível agora girar a tela, o que ajuda a ampliar as fontes. Acho que para a maioria dos documentos esta função permite a leitura sem problema. Neste sentido o e-reader da Sony ainda está melhor, pois ele permite zoom e o texto flui entre os gráficos.

Outra feature interessante do novo firmware é a bateria, antes durava em torno de 5 dias com a conexão wireless ligada e uma leitura leve. Agora já está me parecendo que o aparelho tem com mais fôlego.

Para fazer o upgrade pode-se esperar até receber uma mensagem ou baixar da Amazon e passar o arquivo via USB. Foi bem rápido e deixou o Kindle ainda melhor.

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12 2009

Review Kindle Internacional

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Depois de uma semana usando o Kindle Internacional, eu já posso fazer alguns comentários e relatar a experiência. Há quase dois anos, eu comprei o Sony e-reader PRS-505, que é a segunda geração de dispositivos com a tecnologia e-ink. Eu fiquei encantado com a ideia de que agora era possível ler sem a fadiga nos olhos que os monitores tradicionais proporcionavam. Eu tenho miopia e uso lentes de contato, isso faz esta tecnologia ainda mais atraente para mim. O monitor do Kindle é exatamente igual ao da Sony, os aparelhos também tem funções parecidas. O que varia mesmo é a conexão on-line e a grande biblioteca que a Amazon tem. O Sony possui uma leitura de documentos PDF nativa e a possibilidade de colocar dois cartões de memória simultâneos. Mas o grande atrativo do Kindle, a conexão on-line, era justamente o que afastava o aparelho do resto do mundo. Nos EUA ele ficou tão conhecido que já era possível ver pessoas lendo nos metrôs e livros vendendo mais na versão digital do que a do papel.

Cheguei a pensar várias vezes em comprar a versão americana do Kindle mas sempre desistia pelas quantidades de gambiarras que eram necessárias para comprar um livro. Além disso, a rede não funcionava aqui, pois eles usavam a tecnologia CDMA. Bom, mas o momento que todos esperavam chegou e a Amazon lançou a versão internacional com a tecnologia GSM. O interessante, é que o modelo de negócio vencedor permanece o mesmo com o usuário não tendo a menor idéia de qual a operadora está usando. A Amazon paga a conta, ou melhor, nós, via os livros e assinaturas. Mas, o importante é que não há mensalidade de nada… Quando eu liguei o aparelho pela primeira vez ele já tinha o meu nome na tela (ver foto) e ele achava que eu estava nos EUA porque eu mandei entregar em um endereço de lá. Bom, ai vem uma diferença entre o morador dos EUA e os demais. A Amazon tem um contrato agora com a AT&T nos EUA e no resto do mundo se paga roaming. Se você é americano e viaja para fora pode continuar recebendo assinaturas de jornais e comprando livros, mas é preciso pagar U$ 5 dólares por semana para receber revistas e jornais e U$ 2 por livros comprados. Para brasileiros e outros estrangeiros não há custo de assinaturas e os livros tem estes U$ 2 incorporados. A principio, seria lógico eu colocar nos settings na Amazon que o meu Kindle é brasileiro, só que tem mais um detalhe: a navegação Web. Este recurso é experimental e pode ser usado para navegar em páginas filtrando basicamente o texto, que é o que interessa. Esta navegação é bloqueada para brasileiros e liberada para americanos, que mesmo no exterior, navegam sem custo. A assinatura de blogs segue a mesma lógica, mas com a navegação da para usar de graça o Google Reader e outros… Logo, estou pagando os U$ 5 para assinar revistas e jornais como forma de deixar habilitado a navegação. Detalhe é que é possível comprar livros e outros conteúdos on-line ou no PC e depois transferir por USB. Com isso, se evita as taxas. Outro item que exige pagamento é quando se tem um arquivo PDF ou outro formato compatível e se quer ler no Kindle. A Amazon cria dois email: um seunome@kindle.com e o outro seunome@free.kindle.com. No primeiro, você envia um arquivo anexado e a Amazon converte e já envia para o Kindle, com um preço claro. No segundo, eles convertem sem custo e enviam de volta para você transferir via USB. O sistema de conversão funciona bem legal nos arquivos que experimentei.

Conforme eu comentei, o fato de estar on-line muda tudo em relação ao Sony. Poder ler Twitters, Blogs e textos de jornais que não estão no Kindle é uma experiência muito bacana. É uma alternativa ao iPhone ou laptop para quando se está com os olhos cansados ou na rua. Aliás, na luz do sol o display do Kindle é fantástico.

Assinei o jornal O Globo (único do Brasil até agora), NYT, PC Magazine (ok ainda não tem Macworld), MIT Tech Review, Time e Forbes. O mais bacana é que os conteúdos chegam direitinho todos os dias. Antes das 6 da manhã chega O Globo e ai pelas 9hs o NYT, todos os dias. As revistas vão chegando a medida que são publicadas. O bacana é que em qualquer lugar do mundo é possível continuar recebendo estes conteúdos, esse é o grande lance do Kindle. Agora, o ideal seria ter também uma conexão WiFi para não precisar pagar as taxas. Mas eu entendo a Amazon que pretende deixar o aparelho mais simples possível, e isso é o que se percebe.

A interface poderia ser melhor, mais intuitiva, mas uma vez acostumado tudo fica mais lógico. Demorei para perceber que no índice de jornais e revistas pode-se clicar no número de matérias ao lado de cada categoria para ter uma navegação pelas manchetes.

O conteúdo dos jornais e revistas poderiam ser mais ricos graficamente. São raras as fotos e infográficos. Isso tudo tem o intuito de deixar o arquivo mais leve e fácil de ser enviado pela rede wireless. Os jornais que vão chegando ficam bem destacados na home e os anteriores vão para uma pasta de antigos itens.

Outras duas funcionalidade que merecem destaques são a navegação pela Wikipedia e o dicionário (só em inglês). Qualquer palavra pode ser selecionada e aprofundada em um dos dois serviços. O dicionário poder ser usado off-line.

Vou continuar colocando impressões e observações a medida que vão surgindo com o uso, mas até agora a experiência é excelente e recomendo para todos. Quando tivermos mais jornais, revistas e livros em português e o custo dele no Brasil for menor a Amazon terá um vencedor nas mãos. Por falar em custo, ele chega aqui por algo em torno de R$ 900,00, com impostos e frete. Muita gente tem reclamado disso e apostado que não vai vender aqui. Mas se pensarmos bem, ele é bem menos do que um smartphone e para quem lê muito conteúdo importado, pode pagá-lo em pouco tempo…

Veja a galeria no Flickr

15

11 2009

Lost Symbol: o primeiro bestseller da época dos e-readers

O último livro do Dan Brown, Lost Symbol, tem demonstrado várias questões interessantes de um novo cenário de suportes para a escrita.
O primeiro ponto é que esta foi a primeira obra a vender mais para a versão Kindle do que papel na Amazon. Um dos motivos foi o preço bem mais atraente na versão digital, mas isso demonstra bem como o Kindle já está maduro como meio de distribuição.
O livro também está disponível em uma inédita lista de plataformas:

- Kindle
- Kindle PC
- Kindle iPhone
- Barnes & Noble Nook
- Barnes & Noble PC
- Barnes & Noble Mac
- Barnes & Noble iPhone
- Barnes & Noble Blackberry
- Sony e-reader
- Sony reader PC
- Sony reader Mac
- Papel (lembram o que é isso?)

Pois é 12 tipos diferentes de ambientes, não sei se seriam plataformas, mas possibilidades diferentes de ler. Isso demostra a competição nesta área e me leva a pensar se conseguirei fazer esta lista no próximo livro do Dan Brown.

26

10 2009

Barnes & Noble entra na briga com o Nook

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Há muito tempo que escuto os rumores sobre o “Kindle Killer” da Barnes & Noble, mas ele realmente chegou para a competição ficar bem acirrada. A idéia da interface é bem interessante com um display de 3.5 polegadas  (do tamanho do iPhone ) embaixo de um display e-ink que imita papel. Isso pode ajudar a navegação e as compras, pois ele é mais rápido na atualização das informações do que o display e-ink, que é feito para ficar “impresso”. Mas este visor LCD pode atrapalhar a bateria que com o uso constante pode ser prejudicada… Vamos ver na prática como isso vai funcionar. Achei ele um pouco mais gordinho do que o Kindle ou o meu Sony PRS-505, acho que é culpa do LCD também.

Outra particularidade que me chamou a atenção é que ele é baseado na plataforma Android, o que pode significar softwares extras no futuro. Mais uma coisa interessante é que ele tem 3G e mais WiFi, o que teoricamente pode funcionar aqui no Brasil :-) Na página oficial tem um vídeo mostrando a interface e um quadro comparativo com o Kindle.

20

10 2009

Sony lança o Reader Daily Edition

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Finalmente saiu o e-reader conectado da Sony. Ele vem com uma tela bem maior do que os atuais e parece do mesmo tamanho do Kindle DX. Alias, o alvo da concorrência está claríssimo. A minha grande decepção foi que ele parece ainda mais limitado do que os Kindles, já que não pode acessar página Web como Wikipedia e dicionários. A conexão é feita com um chip 3G da AT&T e só é possível acessar a loja de livros da Sony. Este acesso, é também gratuito, como os Kindles, e também só para os EUA… A única boa notícia mesmo para mim foi o lançamento do software de conexão e loja, tipo o iTunes, para Macs. Finalmente também….

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25

08 2009

Kindle 1.1 para o iPhone

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A Amazon lançou nesta semana uma nova versão do Kindle para o iPhone . Agora, é possivel selecionar o fundo para minimizar o desgaste dos olhos. Nada ainda como o Kindle original, que imita o papel, mas já ajuda. Outro item adicionado foi a possibilidade de usar em landscape.

Antes desta versão, a Amazon já tinha otimizado o site de compra de livros para o iPhone. Para comprar do Brasil veja este post anterior.

21

05 2009

Kindle DX: agora os Jornais

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A Amazon lançou hoje o novo Kindle com um display muito maior de 9.7 polegadas. A idéia é que jornais e revistas podem ser muito melhor visualizados neste tamanho. A Amazon já fez vários acordos com as empresas produtoras de conteúdo e algumas delas, como o NYT, devem oferecer para assinantes o novo aparelho com desconto. Era exatamente esta a conta que fazíamos aqui com os meus colegas sobre o financiamento destes aparelhos. O Jeff Bezos comentou que apesar de estarmos vivendo em uma sociedade digital temos cada vez mais papel em nossa volta, agora talvez não mais.

Este aparelho está sendo lançado justamente no pior momento da história dos jornais americanos. Este é um dos recursos imaginados para a transformação do meio.

A data de comercialização está meio vaga e somente está prometido para o verão dos EUA. Fotos e vídeos no Engadget e mais informações no site da Amazon. Fotos detalhadas para imprensa aqui.

06

05 2009

Kindle para o iPhone

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A Amazon lançou hoje a versão para o iPhone do Kindle. Ele está disponível somente na App Store americana, mas é free. É possível sincronizar livros mas não jornais e revistas. Já instalei e estou investigando, mais tarde vou atualizar o post com algumas opiniões.

Atualização 18:15:

Agora no final da tarde consegui comprar um livro com calma. Quando abri a loja no meu Mac já aparecia o meu iPhone registrado e eu achei que ia ser moleza.

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Bom, quando tentei comprar o livro The Pixar Touch veio a mensagem de restrição geográfica. Porque que isso ainda existe se a Internet acabou com as fronteiras!!!! Bom, ai me lembrei de uma dica que ensinava a usar o Gift Card da mesma maneira como faço com a iTunes Store. A vantagem é que na Amazon da para comprar online e no preço exato do produto. Comprei o cartão, registrei no 1 click shop com um endereço nos EUA e pronto. O livro estava comprado e disponível para o iPhone. Liguei o aparelho, abri a App do Kindle e depois de um pouco mais de 1 minuto eu estava com o livro. Ah, para baixar samples não há restrição geográfica, logo o teste é livre para quem se aventurar.

A interface é bem simples, permite a marcação de bookmarks e navegação além da mudança do tamanho da fonte. Pena que não tem search de palavras e nem o dicionário do “Kindle de verdade”.

Concluindo, o iPhone não tem o visor e-ink do Kindle nem algumas facilidades, mas é bem melhor do que nada. Agora não é preciso comprar um aparelho especial para se ter acesso aos milhares de e-books que estão sendo lançados pela Amazon. A estratégia ficou bem clara: isso é um aperitivo e uma isca para chamar o leitor para o Kindle. Agora eu tenho o melhor dos dois mundos com o Sony e sua loja e os livros para o Kindle. Tendo disponível na Sony ainda compro lá, pois a experiência do visor e-ink é realmente única.

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04

03 2009