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Atualizações sobre o uso do iPad

Acho que está na hora de fazer mais um relato de uso do iPad depois quase dois meses de uso intenso.
Neste período, fiz mais uma viagem grande para o exterior e outras nacionais em que eu levei somente o iPad e deixei o MacBook Air em casa. Foi impressionante, de novo, o uso da bateria. Tanto na ida como na volta do exterior ele ainda tinha 50% da bateria depois de 24hs de vários tipos de uso. Ele é realmente muito mais prático para abrir toda a hora e fazer uma anotação, usar em pé na fila do vôo, no café e na cadeira apertada das nossas classes econômicas. Estou escrevendo agora confortavelmente da minha poltrona e vendo um mulher do outro lado toda contorsida para tentar usar um Laptop com mouse…
Usei nas apresentações e tirando alguns detalhes de animação de objetos no Keynote é tranquilo o uso. Para esta questão, pode-se usar transições animadas como eu já mencionei aqui.
Outra coisa que eu sentia falta era poder projetar sites na tela, agora tem diversas Apps que permitem isso. Optei pela WebProjector, que me pareceu mais flexivel, pois pode também mostrar docs e PDF. Quando se recebe um email com estes arquivos é possivel pedir para abrir no WebProjector.
Em resumo, o iPad está cada dia conseguindo substituir melhor o laptop com vantagens de portabilidade e manejo em diferentes situações.

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28

05 2010

Review do iPad


Bom, já estou com o iPad há mais de uma semana e com isso acho que já posso fazer uma avaliação mais precisa. Neste período, eu usei em viagem, no avião, em reuniões e ligado ao projetor

dando aula. Minha intenção desde o começo era substituir o meu MacBook AIR que já era leve, mas o iPad tem a metade do peso e quase o mesmo poder computacional.
Eu tinha escrito aqui na época do anúncio em janeiro que eu sempre sonhava com um bom tablet da Apple justamente porque este formato me parece mais natural em várias situações. Uma delas, ė em uma reunião onde todos estão em volta de uma mesa com os monitores dos laptops servindo como barreiras. O tablet está mais perto de um caderno e facilita o contato dos participantes. Além disso, para o uso nas apertadas cadeiras dos nossos aviões, quando se está em pé ou em cadeiras de teatros nos seminários são grandes usos para os tablets. No iPad, a capa proposta pela Apple é obrigatória e faz parte do produto. Ela permite que o tablet fique em um ângulo de 30• ou 90•, o primeiro é ideal para digitar no teclado interno e o segundo para ver vídeos ou usar o teclado Bluetooth. Por falar nisso, estou escrevendo este texto no iPad sem nenhum problema de velocidade em relação ao teclados convencionais, depois vou publicar usando a App já nativa para o iPad do WordPress. Não sei se precisarei levar um teclado extra no futuro. Ele ainda não está em português, o que me força a colocar os acentos manualmante apertando e segurando as teclas. Mas isso deve durar até o lançamento no país, depois ele fará a correção automática inserindo os acentos como o iPhone. O David Pogue comentou no review dele que não era possível digitar no teclado em modo do display em pé, mas não concordo.
Algumas pessoas reclamaram um pouco do peso, mas não é diferente de um livro capa dura. Já vi um filme inteiro segurando ele e não foi desconfortável. O design limpo sem muitos botões e cantos retos tornam o manuseio extremamente agradável, marca registrada de projetos da Apple. O peso vem para sustentar uma bateria excelente que dura realmente 10 horas, ou mais. Na minha viagem de volta usei durante dois dias inteiros em várias situações, não tente fazer isto com um laptop. Não precisar depender de tomadas é realmente algo libertador. Uma outra questão relativa a esta é o processador A4 desenvolvido pela Apple, além de eficaz e econômico o iPad não esquenta mesmo depois de um período longo de uso e na capa.

Ainda no hardware, o display com a tecnologia LED e IPS é realmente lindo. O ângulo de visão é perto de 90• e o contraste bem intenso. Claro, no sol o e-ink do Kindle é campeão para a leitura, mas acho que vai ser uma questão de escolha segundo o conforto de cada pessoa. O software Kindle para o iPad é bem mais completo em opções de leitura do que o iBook. O software da Amazon permite trocar o fundo e com isso o contraste com as letras. Os dois possuem um slide na App para controlar o brilho.

No software, o grande destaque é o Safari por ser muito rápido e preciso na renderização das páginas. Realmemte, o Flash faz mais falta aqui do que no iPhone, mas a briga da Apple já esta fazendo vários sites migrarem para HTML5. Vamos ver onde isso vai parar.
O mail também é quase igual do dos Macs desktop, eu gostaria de ver os mesmo filtros contudo.
O trio do iWork é muito bem implementado na nova interface touch. Fiquei surpreso que o Keynote aceita até vídeos, não senti falta de nenhuma função. Usando o adaptador VGA ele projeta a apresentação e coloca controles de transporte no visor. Se ficar apertando o dedo no display ele projeta um cursor imitando as canetas laser, muito legal a sacada. O sistema de importação e exportação via iTunes poderia ser mais claro. Mas dá para trocar arquivos via mail e o site iwork.com.

Algumas Apps de terceiros são surpreendentes e mostram toda uma nova linha de interface. A da BBC é totalmente customizável, inclusive com uma seção em português para o Brasil, e com um botão para escutar rádio enquanto se lê as notícias.
As Apps do iPhone funcionam perfeitamente, mas seria interessante se elas pudessem flutuar na tela em vez de ocupar um espaço pequeno em uma tela preta. Quando se aperta o botão 2x ela fica full screen, mas pixelizada… Acho que a Apple poderia fazer algo mais elegante aqui. Mas, como os desenvolvedores podem criar uma App universal com interfaces para iPhones e iPads a adaptação total é uma questão de tempo. Essas Apps são interessantes também porque não é preciso comprar duas vezes.

As Apps Mapas, YouTube, contatos e calendário foram redesenhadas para ocupar melhor o espaço extra. A agenda poderia deslocar compromissos com o dedo, pois para modificar é preciso clicar e alterar no menu de edição.

Não tive muito problema com WiFi como outros usuários comentaram, uma única vez ele não achou a minha rede N, só a G. Parece que há uma incompatibilidade com roteadores que transmitem nas duas frequencias. Na minha casa, tenho duas redes separadas. Nos pontos públicos não tive problema nem de conexão nem de sinal.

No geral, ele superou as minha já grandes expectativas. Como 90% do meu tempo eu estou navegando, checando email, fazendo apresentações no Keynote ou escrevendo um texto, acho que o iPad vai substituir o meu MacBook na maior parte do meu tempo móvel.
Acho que a maioria dos problemas apontados pelos críticos podem ser resolvidos, como a multi-tarefa que virá no OS 4. O iPhone tinha uma lista muito maior de limitações que foram sendo resolvidas com o tempo. O iPad me parece mais pronto, o que não me deixa desejando uma câmera para Skype, por exemplo. Mas antes de pensar no que ele poderia ter, prefiro procurar o que ele já tem e é realmente inovador. Esta categoria intermediária entre o smartphone e o laptop me parece relamente importante e além da mera substituição de livros, revistas e jornais. Como eu comecei o texto, o formato tablet como um todo me parece muito pertinente em várias situações e aproxima o uso de computadores de maneira mais natural para tarefas diárias. Continuo reportando aqui as minhas impressões de uso e quem quiser saber algo, concordar ou discordar eu terei o maior prazer de discutir nos comentários.

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12

04 2010

iPad

Eu estava esperando pelo menos 24hs depois do anúncio do iPad para me manifestar. O meu interesse era ver as reações das pessoas nas redes socais e na mídia tradicional. Me parece que foi um filme que eu já vi, e o David Pogue também.

Mas antes, queria começar dizendo que há muitos anos mesmo eu queria um tablet da Apple e sempre acreditei neste formato. Acho que a medida em que a vida digital começa a se complexificar temos que ter janelas, como fala o Pierre Levy, para o ciberspaço que possam preencher vários momentos do nosso cotidiano. Este posicionamento do tablet entre o smartphone e o laptop é visto por muitos como uma artificializaçāo marqueteira ou ainda como sinônimo de supérfluo. Mas qual a essência do tablet? Sempre me incomodou em reuniões ou nas salas de aula as pessoas escondidas atrás de uma tela de laptop, isso se da porque o laptop é um aparelho projetado para ser consumido individualmente, como o PC. O tablet me parece um device mais social, ele não esconde ninguém das conversações e não limita a interação com a informação para aprimorar, e não limitar, a troca de conhecimento. Além das salas de reunião e de aula, a sala de estar é o outro grande momento do tablet. Eu me lembro de uma coluna do Nicholas Negroponte na Wired de 1998 em que ele comentava como a instalaçāo de uma rede WiFi mudou a sua relaçāo com a família (ps: sim ele instalou uma rede antes de ser comercialmente disponível). Negroponte falava que antes ele ficava no escritório isolado da família, que via TV e lia livros e revistas na sala. Com WIFI, ele levou o laptop para a sala e conversava entre as navegações. Hoje, estou escrevendo este artigo no meu iPhone diretamente do sofá da sala enquanto a minha mulher navega no seu MacBook AIR. Bom, com o iPad a coisa seria ainda melhor.

Feita esta introdução, o filme que eu já vi e comentei no começo é dos que acham cool criticar o que não existe e esquecer o que está lá. Foi a mesma história com o iPhone: no começo ele não tinha câmera boa, não tinha copy and paste, não tinha muitos softwares e hoje… bom… esse pessoal tem um iPhone. Desde o lançamento, eu vi várias pessoal falarem que ele não tinha câmera para videoconferência, multitasking, teclado revolucionário. Mas olhem o que ele tem: é o primeiro tablet com interface para tablet, teclado externo (também via Bluetooth) e saída para monitor que acabam com Netbooks e até, em alguns casos, o laptop. Depois de dois anos com o MacBook AIR eu descobri que tem coisas nos computadores pessoais que já morreram, como o leitor de CD/DVD.

A minha única decepção, foi ele não ter uma tecnologia de display que não emitisse luz de fundo, como o Kindle. Isso não me permite aposentar prematuramente os e-readers atuais. Mas em compensação, jornais graficamente ricos como a demonstraçāo do NYT me faz adorar ainda mais os tablets.

Por fim, não tenho certeza que o iPad vai ser um sucesso como o iPhone, me parece que nem a Apple tem esta expectativa. Mas ele vai vender muito bem porque tem sentido, é a velha máxima do Steve Jobs: você acha que não precisava de um Tablet antes porque nenhum outro produto anterior tinha sido pensado desde o começo para ser um.

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29

01 2010

Flash no iPhone?

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A presença da tecnologia Flash no iPhone sempre foi uma das maiores requisições dos produtores de conteúdo e de usuários que querem navegar por páginas mais ricas. A Apple sempre relutou em abrir a plataforma para a Adobe e esta novela ainda não acabou.

Hoje, a Adobe anunciou uma nova versão do plug-in que vai trabalhar com todas as plataformas móveis de smartphones, incluindo Android e WebOS. Este novo plug-in inclusive vai poder contar com aceleração da placa gráfica dos aparelhos para processar videos e outros gráficos. Mas nada para iPhone ainda. Agora veio a notícia de que o novo software de criação de Flash na versão CS5 vai poder exportar aplicações para o iPhone. O desenvolvedor cria tudo em Flash e na hora de exportar ele gera códigos padrão da Apple. A Adobe diz que já tem 8 Apps na loja da Apple.

Não é a solução definitiva, mas pode talvez levar ainda mais gente a desenvolver para o iPhone. Mais detalhes aqui.

05

10 2009

App do Ubimidia

appubimidia1

Depois de mais de um mês de idas e vindas por causa de problemas legais e técnicos a App do Ubimidia está no ar. Esta aplicação para iPhone e iPod Touch tem vários objetivos. O primeiro deles é testar todo este processo de aprovação da App Store. Foi possível perceber que a Apple está sendo super rigorosa e por bons motivos, o usuário acaba recebendo sempre aplicações com boa usabilidade e sem bugs. O meu outro objetivo é mostrar os conteúdos do Ubimidia de maneira mais prática. Acho que com isso acabei lançando a primeira App para um Blog brasileiro. Quero continuar trabalhando na aplicação e o feedback de vocês é super bem vindo.

Não me considero um programador como os meus amigos Rodrigo Scmitt e Giliar Perez, mas a ideía aqui é justamente saber até onde alguém que não tenha um super background de programação pode ir no iPhone. Claro, que é preciso entender os códigos, mas a boa notícia é que tem muita coisa que está 90% pronta pela Apple e é só um trabalho de configurar para as ações que desejamos. Por isso, que existem tantas aplicações na App Store. A App do Ubimidia é só a primeira de uma série, aguardem..

Link direto para o iTunes

appubimidia2

03

10 2009

Teste de Voz no 3Gs

O  Blog do iPhone foi o primeiro a trazer o iPhone 3Gs para o Brasil. Olhem este vídeo sobre o reconhecimento de voz. Se pensarmos que não precisa treino para a voz e ele se adapta a qualquer usuário até que os erros são previsíveis.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=R7-nuXBla9w]

24

06 2009

It is all about software!

iphone3gs_4up

Bom, novo iPhone e rumores estancados por um bom tempo. Ao invés de ficarmos discutindo as novas features, que estão disponíveis no site oficial, vamos tentar pensar na estratégia mais ampla. O iPhone, e o iPod Touch, são aparelhos com um mínimo de botões, slots ou portas se comparamos com outros aparelhos no mercado. Ele é todo baseado no visor e na tecnologia multi touch que permite a criação de interfaces mais naturais. Sensores invisíveis estão trabalhando para que o software disponibilize a função certa intuitivamente.

Quando o iPhone 1.0 (hardware) saiu, as pessoas não ficavam muito em cima do que faltava, e sim da interface, na versão 3G a mesma coisa e agora parece que o 3Gs deu mais um passo. O software por sua vez passou  por todas as versões de aparelhos adicionando muitas funções. Em 2007, faltava 3G, em 2008 faltava uma câmera melhor e agora falta diversas coisas, mas a percepção pública não é bem essa. Isso se dá porque o iPhone é software e não hardware. O aparelho é somente uma desculpa para que o software ande. O próprio Steve Jobes falou em 2007 que se alguém está pensando realmente sério em software precisa fazer o seu o próprio hardware.

Como se explica que o lançamento do 3Gs em 2009 com uma câmera menor que os celulares mais simples de “todos” os concorrentes? A bússola digital que veio no Android ou o reconhecimento de voz que existe em diversos aparelhos há mais de 5 anos. Onde está a câmera da frente e o display de OLED?

Não me entendam mal, a qualidade do hardware é perfeitamente produzida e projetada. Talvez, justamente por isso a Apple demore para inovar nesta área, pois não quer um componente que não possa entrar no contexto do aparelho. Um módulo de câmera de 5 mp precisa de um bom tamanho de espessura.  O que eu quero dizer é que o hardware só faz sentido depois de o software dizer que precisa dele. É algo inverso do que a Nokia faz lançando milhares de aparelhos que confunde os consumidores ao tentar completar todos os nichos existentes.  O N97, que hoje está sendo lançando nos EUA hoje,  é um aparelho pensado do hardware para o software.

O avanço do iPhone como um todo é lento e gradual, mas pertinente. Por isso, a Apple não tem vários aparelhos hoje e sim uma plataforma móvel. A primeira que chegou a 1 bilhão de softwares instalados e que transforma pequenos desenvolvedores em milionários.  Tudo no iPhone é amplificado, mesmo quando a percepção não é quantitativa. O 3Gs é perfeito para este momento, porque ele tem duas bases que são fundamentais na experiência da mobilidade: a velocidade (da interface, rede e softwares em geral) e a bateria. São dois pequenos detalhes que devem proporcionar mais um ano de folga em relação aos concorrentes. Ai sim, termos a câmera maior, video conferência e OLED… Mas isso pouco importa, pense quem comprou o aparelho em 2007 e teve um novo celular em 2008 com a versão 2.0 e na semana que vem poderá ter ainda mais com o 3.0. O investimento mais do que valeu e isso só é possível se o software for mais importante que o hardware.

09

06 2009

WWDC 2009

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Com o fim da Macworld a WWDC (Apple WorldwideDevelopers Conferece) é o evento mais esperado do ano. Hoje foram divulgadas as datas; de 8 a 12 de junho em San Francisco, como sempre. Nestes dias, devem ser lançados o novo iPhone e os detalhes finais do Snow Leopard.

26

03 2009

Lucros em tempos de crise

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Interessante os resultados das empresas de tecnologia divulgados nesta semana. A Microsoft não conseguiu um bom resultado e está demitindo 5000 pessoas além de estar com as ações no menor nível desde 1998. A Nokia também não conseguiu alcançar o lucro esperado e ficou bem abaixo da previsão. 

Por outro lado vem a Apple; Cupertino reportou um novo lucro recorde. O grande resultado foi resultado de quase 5 milhões de iPhones (agora são 10 mi do modelo 3G), iPods e os novos Macbooks. O que há em comum entre eles? Todos são equipamentos moveis :-)

Destaque interessante foi o crescimento de 300% na venda do Apple TV embalada pelo aluguel de filmes HD e a baixa venda de desktops. A Apple poderia atualizar o MacPro e o Mac Mini…

Mas o interessante é que enquanto as empresas normais tiram o pé do acelerador a Apple continua com a principal arma anti-crise: inovação.

22

01 2009

500mi Apps

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Hoje a Apple está comemorando a marca de 500 milhões de downloads de aplicativos para o iPhone. 

Tenho reparado que a popularidade está em Games e aplicativos sem classificação com o iFart… Mas também está no topo Apps como o Ocarina que é um instrumento musical baseado no iPhone e um dos projetos mais inovadores que eu já vi. Entre bobagens e genialidades as aplicações para o iPhone levantaram a plataforma e distanciaram o aparelho da concorrência. É a primeira vez que o mercado de software móvel atinge o status de grande negócio.

16

01 2009